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China: Guerra no Irã "nunca devia ter eclodido" (e pede "cessar-fogo")

  • Foto do escritor: Equipe Canal do Rio
    Equipe Canal do Rio
  • 8 de mar.
  • 2 min de leitura

O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, declarou que a guerra no Irã "nunca deveria ter eclodido" e reiterou o pedido de um cessar-fogo imediato. A fala ocorreu durante uma conferência de imprensa às margens da assembleia anual do legislativo chinês


Crítica ao Conflito: Wang Yi afirmou que a guerra "não faz bem a ninguém" e que o uso da força não resolve problemas, apenas aumenta o ódio e gera novas crises.

Pedido de Cessar-fogo: Pequim defende a interrupção urgente das hostilidades para evitar que o conflito se espalhe pela região e cause um "transbordamento" da guerra.

Condenação de Ataques: A China classificou os ataques liderados por EUA e Israel como inaceitáveis e uma violação da soberania iraniana, especialmente após a morte do líder supremo do Irã no início de março.

Diplomacia e Estabilidade: O governo chinês exorta as partes a retornarem à mesa de negociações e pede que grandes potências contribuam para a paz no Oriente Médio. Além disso, a China tem pressionado para manter a segurança no Estreito de Ormuz, vital para o comércio global de petróleo.

Apelo do Secretariado-Geral

O secretário-geral, António Guterres, tem sido incisivo em pedir um cessar-fogo imediato e a interrupção de todas as hostilidades.



Risco de Descontrole: Guterres alertou que a situação no Oriente Médio pode "sair do controle de qualquer pessoa" e se tornar um "abismo irreparável".

Diplomacia: Exortou todas as partes a retornarem à mesa de negociações para evitar uma tragédia humanitária de proporções regionais.

Impasse no Conselho de Segurança

O órgão responsável pela segurança global reflete a polarização das grandes potências, o que dificulta ações concretas:

Divisão Interna: O Conselho realizou reuniões de emergência onde os EUA e Israel justificaram os ataques como "legítima defesa" e resposta ao descumprimento de resoluções anteriores sobre o programa nuclear iraniano.

Acusações do Irã: Na ONU, a representação iraniana classificou a ofensiva como um "crime de guerra" e uma violação direta da soberania nacional.

Legalidade: Missões internacionais e especialistas apontam que a ofensiva viola a Carta da ONU, que proíbe o uso da força, exceto em casos restritos de autodefesa após um ataque armado sofrido.

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