top of page

DO TRIBUNAL AO PLANALTO? O plano secreto que pode levar Ricardo Couto ao topo do Judiciário após Rio!

  • Foto do escritor: Equipe Canal do Rio
    Equipe Canal do Rio
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

A ascensão meteórica de Ricardo Couto: o "xerife" do Rio está a um passo de Brasília?

O que parecia ser apenas uma gestão tampão transformou-se no maior fenômeno político-jurídico de 2026. O desembargador Ricardo Couto de Castro, atual governador interino do Rio de Janeiro, não apenas assumiu o controle do estado após a saída de Cláudio Castro, mas está fazendo tremer os bastidores do poder. Seria essa a gratidão do presidente. Lula?

Embora o empenho administrativo à frente do Executivo fluminense tenha gerado especulações sobre uma possível indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF), o cenário atual exige uma distinção entre o prestígio político e as vacâncias reais na Corte.

Perspectivas no Judiciário e ausência de vagas no STF

Até o momento, em maio de 2026, não há processos de indicação em curso para o STF, uma vez que não existem vagas abertas na composição atual. A próxima aposentadoria compulsória prevista é a do ministro Gilmar Mendes, agendada apenas para dezembro de 2030. Dessa forma, qualquer movimentação em direção à Suprema Corte dependeria de uma renúncia imprevista de um dos atuais membros.

A relação entre o governador interino Ricardo Couto e o presidente Lula tem sido pautada por uma aproximação institucional estratégica, especialmente após a renúncia de Cláudio Castro.

Reuniões e Articulação Federal

Encontros no Alvorada: Em maio de 2026, o presidente Lula recebeu Ricardo Couto para agendas reservadas no Palácio da Alvorada. Essa proximidade física e a deferência especial do presidente ao recebê-lo na biblioteca da residência oficial sinalizam uma confiança mútua incomum para gestões interinas.

Acordo da Dívida (Propag): A maior marca dessa ligação foi a autorização de Lula para que o Rio de Janeiro deixasse o Regime de Recuperação Fiscal e aderisse ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas (Propag). Esse movimento é visto como um "afago" direto do Planalto, garantindo um alívio bilionário aos cofres fluminenses sob a gestão de Couto.

Questionamento da Legitimidade e "Instabilidade"

Setores da oposição e parlamentares como o senador Carlos Portinho (PL-RJ) defendem que a interinidade de um desembargador fere as Constituições estadual e federal. Eles argumentam que o cargo deveria ser ocupado pelo presidente da ALERJ, Douglas Ruas, até a realização de eleições (diretas ou indiretas), sob a tese de que a atual situação gera instabilidade institucional.

Fontes: Correio da Manhã , Folha de São Paulo e Agencia Brasil .


Comentários


bottom of page