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Rio de Janeiro confirmou 11 casos de Mpox em 2026. Com 88 registros nacionais, o território fluminense ocupa a segunda posição em notificações no Brasil.

  • Foto do escritor: Equipe Canal do Rio
    Equipe Canal do Rio
  • 26 de fev.
  • 2 min de leitura

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio de Janeiro confirmou 11 casos de Mpox no estado em 2026, com dados atualizados até 25 de fevereiro indicando alta após o Carnaval, número que pode chegar a 15 segundo secretarias municipais. O Rio ocupa a segunda posição nacional em registros, superado apenas por São Paulo, dentro de um cenário brasileiro que totaliza 88 diagnósticos no período. Autoridades sanitárias relatam quadro estável, com sintomas leves ou moderados e ausência de óbitos, reforçando a importância da vigilância epidemiológica e busca por atendimento médico diante de sintomas.


O monitoramento epidemiológico aponta uma elevação recente nas notificações, fenômeno observado após o período do Carnaval. Embora os dados estaduais consolidem 11 ocorrências, levantamentos de secretarias municipais sugerem que o número total pode ter atingido 15 casos nas últimas 24 horas.

Cenário epidemiológico nacional


No panorama brasileiro, o país soma 88 infecções confirmadas neste ano. O Rio de Janeiro ocupa atualmente a segunda posição no ranking nacional de casos, sendo superado apenas por São Paulo, que concentra a maioria das ocorrências com aproximadamente 63 registros. Apesar do avanço nos números, o quadro clínico geral é considerado estável. Segundo as autoridades de saúde, a maioria dos pacientes apresenta sintomas leves ou moderados e, até o momento, não houve registro de óbitos decorrentes da doença em território nacional em 2026.

Sintomas e recomendações de vigilância


A transmissão da Mpox ocorre prioritariamente por meio de contato próximo ou íntimo. O Ministério da Saúde mantém o alerta de vigilância devido à circulação de novas variantes e orienta que indivíduos procurem assistência médica imediata ao identificarem lesões suspeitas. O quadro clínico típico da infecção manifesta-se por febre, dores musculares, linfonodos inchados (ínguas) e erupções cutâneas, caracterizadas por feridas ou bolhas na pele.

Em algumas buscas e orientações medicas, ouvimos que o uso permanganato de potássio sendo um agente antisséptico e secativo pode ser utilizado no manejo das lesões cutâneas causadas pela mpox, auxiliando na prevenção de infecções secundárias e na cicatrização. Ele não elimina o vírus em si, mas atua topicamente.


Uso Recomendado

De acordo com diretrizes de cuidados com lesões de pele, o permanganato pode ser indicado


Lesões Úmidas: Para ajudar a secar feridas abertas ou com secreção.

Ação Antisséptica: Ajuda a reduzir a presença de bactérias nas lesões.

World Health Organization (WHO) +3

Cuidados e Segurança (Uso Externo Apenas)

Diluição: O produto é cáustico e pode causar queimaduras graves se não for corretamente diluído. Deve-se preparar uma solução muito diluída, garantindo que o líquido fique com uma cor rosa clara, e nunca roxa ou escura.

Aplicação: Geralmente aplicado através de compressas ou banhos de imersão de curta duração.

Manchas: A solução pode manchar a pele, unhas e tecidos.

Contraindicações: Não deve ser ingerido ou usado em mucosas (boca, olhos, genitais) sem orientação médica.


Atenção: Se notar sinais de infecção grave (pus excessivo, vermelhidão intensa que se espalha, febre ou dor intensa), procure atendimento médico imediatamente

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