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O candidato do PL para Governador do Rio de Janeiro

  • Foto do escritor: Equipe Canal do Rio
    Equipe Canal do Rio
  • 19 de fev.
  • 1 min de leitura

Atualizado: 19 de fev.


Enquanto muitos insistem em queimarem na largada para serem o sucessor do Governador Cláudio Castro, o bolsonarismo no Rio de Janeiro pode adotar uma estratégia de isolamento ou "caminho solo" para as eleições de 2026. O objetivo central do grupo, liderado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, é consolidar uma candidatura alinhada ideologicamente em seu principal reduto eleitoral, evitando composições com o chamado "Centrão" que poderiam diluir o discurso conservador.


Jair Bolsonaro ainda preso, defende um nome de "puro-sangue" para o governo estadual, priorizando a lealdade ao movimento, em vez de amplas coligações partidárias.


O ex-presidente recebeu a visita dos senadores Bruno Bonetti e Carlos Portinho (ambos do PL-RJ) nesta quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026. A visita ocorreu no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (19º BPM), conhecido como Papudinha.


O MDB, presidido no Rio por Washington Reis, fechou oficialmente uma aliança com Eduardo Paes (PSD) para a disputa ao Governo do Estado nas eleições de 2026.


O Estado do Rio sempre foi uma incógnita. Muitos devem se recordar do que ocorreu em 2018 quando o ex-governador Witzel iniciou a disputa como um desconhecido, registrando apenas 1% das intenções de voto nas primeiras pesquisas.


A Virada no 1º Turno: Contrariando as pesquisas que indicavam Eduardo Paes e Romário no segundo turno, Witzel terminou o primeiro turno em primeiro lugar, com 41,28% dos votos válidos (mais de 3,1 milhões de votos). E o final dessa história todo Estado lembrará.


Segundo relatos do senador Carlos Portinho, a conversa focou nas eleições de 2026, com Bolsonaro defendendo que o PL lance candidatura própria ao governo do Rio de Janeiro.

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