"Se eu fosse PGR, já teria iniciado a investigação" diz Janaina Paschoal no caso Master
- Equipe Canal do Rio

- 11 de abr.
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A vereadora e jurista criticou duramente a inércia da Procuradoria-Geral da República diante de casos graves, como o escândalo do Banco Master, exigindo o fim do sigilo e maior transparência institucional.
Em manifestações recentes, a vereadora paulistana e professora de Direito, Janaina Paschoal, elevou o tom contra a Procuradoria-Geral da República (PGR). A parlamentar afirmou que, estivesse à frente do órgão, as investigações sobre episódios de corrupção e crimes financeiros já teriam sido formalizadas. A crítica foca especialmente no que ela descreve como uma omissão estratégica que compromete a transparência pública.
Críticas à atuação no caso Banco Master
A insatisfação da jurista ganhou força em março de 2026, quando criticou a PGR por perder o prazo de manifestação sobre o pedido de prisão preventiva do banqueiro Daniel Vorcaro. Durante discurso na Câmara Municipal de São Paulo, Janaina classificou a falha processual como inaceitável e exigiu que as investigações sobre o conglomerado financeiro fossem ampliadas e tornadas públicas.
Transparência e excessos judiciais
Além do setor financeiro, Janaina tem se posicionado contra a imposição de sigilos em inquéritos nacionais, incluindo fraudes no INSS e ações envolvendo o crime organizado. Para ela, o acesso público aos dados é essencial para garantir a fiscalização dos poderes.
Ao mesmo tempo, a parlamentar mantém um posicionamento técnico sobre investigações políticas. No início de 2026, cobrou cautela e transparência no tratamento jurídico dispensado a Jair Bolsonaro, argumentando que a PGR e o STF devem evitar decisões que possam ser interpretadas como "vinganças pessoais" ou que pulem etapas processuais indispensáveis, como a realização de diligências antes da oferta de denúncia.





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