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Deputado Evair de Melo cobra explicações sobre extravio de urânio em Resende. Brasil x Irã

  • Foto do escritor: Equipe Canal do Rio
    Equipe Canal do Rio
  • 8 de mar.
  • 2 min de leitura

Atualizado: 11 de mar.

O deputado federal Evair de Melo (PP-ES) utilizou o episódio do extravio de urânio enriquecido no Brasil como um dos pontos de crítica à gestão do governo federal e à segurança de órgãos estratégicos.

O deputado federal Evair de Melo (PP-ES) utilizou o episódio do extravio de urânio enriquecido no Brasil como um dos pontos de crítica à gestão do governo federal e à segurança de órgãos estratégicos.


O Caso do "Sumiço": O deputado referiu-se ao extravio de duas ampolas contendo amostras de urânio enriquecido das Indústrias Nucleares do Brasil (INB), em Resende (RJ), ocorrido em julho de 2023.


Posicionamento do Deputado: Evair de Melo tem citado o episódio em discursos e redes sociais para questionar a competência administrativa do governo, frequentemente associando o fato a outras denúncias de irregularidades em órgãos como o INSS.


Esclarecimentos Oficiais: O governo brasileiro, por meio da SECOM, classificou como desinformação as alegações de que o urânio teria sido vendido ou que possuísse potencial bélico. Segundo o site oficial do Governo, as ampolas extraviadas eram amostras laboratoriais sem capacidade para uso em armamentos.


Investigação: O caso foi alvo de apurações internas pela INB e acompanhado por órgãos de segurança para identificar falhas no protocolo de transferência interna de materiais.


As suspeitas levantadas pelo deputado federal Evair de Melo (PP-ES) e por grupos de oposição associam o desaparecimento das ampolas de urânio à suposta transferência do material para o Irã.



Posicionamento Oficial e Esclarecimentos


Em resposta à repercussão do caso, o Governo Federal, por meio da Secretaria de Comunicação Social (Secom), esclareceu que as informações sobre possíveis finalidades bélicas do material extraviado são improcedentes. De acordo com o balanço oficial, as ampolas continham apenas amostras destinadas a testes laboratoriais, sem volume ou características técnicas que permitissem o uso em armamentos.


Apesar dos esclarecimentos técnicos, o episódio segue sob investigação interna pela INB e é monitorado por órgãos de segurança competentes. O objetivo é identificar falhas nos protocolos de transferência interna de materiais e apurar as responsabilidades pelo incidente, enquanto a oposição, liderada em parte por nomes como Evair de Melo, mantém a pressão por maior transparência sobre a custódia de materiais nucleares no país.


Contexto das Teorias de Conspiração


A narrativa de envio ao Irã ganhou força nas redes sociais após a atracação de dois navios de guerra iranianos (IRIS Makran e IRIS Dena) recentemente afundado pelo EUA, mas que estiveram no Rio de Janeiro em 2023. Parlamentares de oposição, incluindo Evair de Melo, utilizaram a coincidência de datas entre a visita dos navios e o registro do sumiço para cobrar explicações do Ministério de Minas e Energia.



INB: As Indústrias Nucleares do Brasil (INB) afirmaram em nota oficial que não possuem qualquer vínculo comercial ou de cooperação com o Irã e que toda a produção nacional é monitorada pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).


Secom: O governo federal reforçou que o Brasil cumpre rigorosamente tratados internacionais de não proliferação e que o extravio foi um incidente de gestão interna, sem conexão com exportações ilegais.


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