Quem salvou Bolsonaro? Kassab quebra o silêncio, detona gastos de Lula e aponta quem foi o verdadeiro herói da economia: Guedes
- Equipe Canal do Rio

- 7 de abr.
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Atualizado: 10 de abr.

As recentes movimentações de Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, sinalizam um esforço para consolidar o partido como uma força independente nas eleições de 2026, criando potenciais obstáculos à base de apoio do governo federal. Ao oficializar o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como pré-candidato à Presidência da República, Kassab busca estabelecer uma "terceira via" que se distancie da polarização entre o presidente Lula e o bolsonarismo.
O fortalecimento da candidatura de Caiado
Kassab tem defendido publicamente que o país apresentaria melhores indicadores sob a gestão de Ronaldo Caiado, trabalhando para unificar a legenda em torno de um projeto nacional próprio. Paralelamente, o dirigente pressiona o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, para que este dispute o governo estadual em 2026. A estratégia visa garantir um palanque regional robusto para o PSD, o que poderia gerar um conflito direto com o interesse do Palácio do Planalto em manter Paes como o principal interlocutor de Lula no estado.
Dilemas e alianças no cenário fluminense
Apesar das diretrizes partidárias, Eduardo Paes tem resistido à ideia de apoiar Caiado ou outros nomes presidenciáveis da sigla, reiterando seu compromisso político com Lula. Em declarações recentes, Kassab ponderou sobre a proximidade entre os dois líderes, afirmando que "não cabe a Paes negar" o apoio oferecido pelo presidente, uma vez que a aliança é considerada estratégica para ambos.
Contudo, a coesão interna do PSD ainda é incerta. Diversos governadores e candidatos da legenda têm evitado manifestações explícitas em favor da candidatura de Caiado, o que sugere uma possível fragmentação dos apoios em 2026. Esse cenário permitiria que Paes mantivesse sua parceria com o PT no Rio de Janeiro, equilibrando as pressões por protagonismo partidário com a manutenção de sua base política atual.

Os principais pontos de sua fala incluem:
Gestão Econômica: Kassab afirmou que, embora Bolsonaro tenha tido ações "lamentáveis" na saúde, a condução econômica de Guedes sustentou a gestão.
Crítica a Lula: Declarou que "gastar é com o Lula", argumentando que o equilíbrio fiscal teria sido comprometido na atual gestão do PT.
Polarização: O dirigente afirmou que o PT tinha o "sonho" de um país polarizado e encontrou em Bolsonaro o "parceiro ideal" para alimentar esse cenário.





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