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Ramagem depõe ao STF por videoconferência e nega acusações enquanto extradição segue em análise

  • Foto do escritor: Equipe Canal do Rio
    Equipe Canal do Rio
  • 13 de fev.
  • 1 min de leitura

Atualizado: 23 de fev.


O deputado federal Alexandre Ramagem permanece nos Estados Unidos e prestou depoimento ao Supremo Tribunal Federal por videoconferência no dia 5 de fevereiro de 2026.


A oitiva, realizada por meio da plataforma Zoom e conduzida por uma juíza auxiliar do ministro Alexandre de Moraes, durou cerca de 50 minutos. Durante o depoimento, Ramagem negou as acusações e classificou a ação penal como “falsa” e “uma armação”, além de criticar o STF por suposto abuso de poder.


O governo brasileiro formalizou pedido de extradição às autoridades americanas no fim de 2025. Em janeiro de 2026, o Ministério da Justiça informou ao STF que o processo segue em tramitação nos Estados Unidos.


Negação das acusações


Ramagem afirmou não ser responsável pelos crimes de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023. Segundo ele, não estava no Brasil na data dos acontecimentos e, à época, já era deputado diplomado, o que, em sua avaliação, afastaria eventual responsabilidade por ações de comando.


Atuação na Abin


Ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Ramagem também negou ter ordenado ou participado de monitoramento ilegal de autoridades. Sustentou que a agência não possuía tal atribuição sob sua gestão.


Alegações de perseguição


O parlamentar tem reiterado que os processos contra ele configuram perseguição política. Em suas manifestações, acusa o STF de violar garantias constitucionais e utiliza esse argumento para fundamentar pedido de asilo político nos Estados Unidos.


O caso permanece sob análise judicial e diplomática, com desdobramentos que podem influenciar o cenário político e institucional nos próximos meses.

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