Malafaia anuncia nova agenda política após romper com Eduardo Paes
- Equipe Canal do Rio

- 20 de fev.
- 2 min de leitura
Atualizado: 23 de fev.

Segundo o pastor Silas Malafaia, sua primeira agenda política após o rompimento com o prefeito do Rio, Eduardo Paes, será com o secretário estadual das Cidades, Douglas Ruas, apontado como possível candidato da direita ao Palácio da Cidade em eventual disputa contra o atual chefe do Executivo municipal.
Malafaia também afirmou que poderia apoiar o secretário de Polícia Civil, delegado Felipe Curi, caso o nome venha a se consolidar como alternativa no campo conservador.
Nos bastidores, aliados ainda especulam sobre a possibilidade de o ex-governador Anthony Garotinho aderir ao mesmo grupo político, ampliando o campo oposicionista na capital fluminense.
Rompimento oficial
O rompimento com Eduardo Paes foi oficializado em 20 de fevereiro de 2026. Malafaia justificou a decisão citando um desfile na Marquês de Sapucaí que classificou como “deboche a cristãos”, além de criticar a aproximação do prefeito com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Críticas à família Bolsonaro
Em declarações recentes, o pastor também direcionou críticas a aliados próximos do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele chamou Michelle Bolsonaro de “língua do satanás” e classificou o deputado federal Eduardo Bolsonaro como “babaca”. O parlamentar minimizou publicamente a ofensa.
Malafaia ainda afirmou que uma eventual candidatura do senador Flávio Bolsonaro ao Senado “não empolgou a direita” e defendeu que o campo conservador deve se unir em torno de nomes considerados mais viáveis eleitoralmente, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.
Confronto com o STF
O líder religioso é alvo de investigações da Polícia Federal por suspeitas de coação e obstrução de Justiça em apurações relacionadas a supostas tramas golpistas.
Em vídeos publicados nas redes sociais, Malafaia tem feito críticas diretas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), chamando-o de criminoso e afirmando que “só se calará se for preso”.
Críticas à Igreja Católica
Além das divergências no campo político, Malafaia também tem direcionado críticas à Igreja Católica e ao papa Francisco, especialmente em relação à bênção a casais homoafetivos. As declarações reforçam o tom combativo adotado pelo pastor tanto em embates políticos quanto em questões doutrinárias e religiosas.





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