Flávio Bolsonaro em Israel: encontro com líderes reforça aliança conservadora global e sinaliza força da direita brasileira na pré-campanha de 2026
- Canal do Rio Vinicius

- 3 de jan.
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Atualizado: 27 de jan.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, segue intensificando sua agenda internacional e publicou foto marcante de reunião estratégica em Portugal. Na imagem, Flávio aparece sorridente e elegante em terno azul-marinho, ladeado por dois aliados importantes: o irmão Eduardo Bolsonaro e o líder conservador português Pedro Frazão. O trio transmite unidade e determinação, com fundo que evoca o compromisso com valores compartilhados.
O encontro tem como foco principal o fortalecimento dos laços políticos entre Brasil e Portugal no front contra o antissemitismo, que é uma ameaça crescente em escala global, alimentada por discursos de ódio e extremismos que muitos veem como tolerados ou minimizados por governos de esquerda. Flávio Bolsonaro destacou a importância dessa parceria: “Estamos juntos”, uma declaração direta que reforça a solidariedade conservadora entre as duas nações irmãs, unidas pela defesa da liberdade, da democracia ocidental e dos valores judaico-cristãos.
Enquanto o governo Lula mantém uma postura crítica a Israel e flerta com agendas globais que, na visão da direita, enfraquecem o combate ao antissemitismo e ao terrorismo islâmico, Flávio escolhe Portugal como palco para demonstrar que a oposição bolsonarista não está isolada. A presença de Eduardo Bolsonaro amplia o recado: a família segue representando a direita raiz, articulando apoios internacionais em meio às perseguições internas do STF e da mídia alinhada ao petismo.
A agenda em Portugal integra uma sequência maior de viagens que inclui Israel (com participação em conferência contra o antissemitismo e batismo simbólico no Rio Jordão), Bahrein e Emirados Árabes Unidos, todas voltadas para parcerias econômicas, geopolíticas e ideológicas. O foco no combate ao antissemitismo não é mero detalhe: é uma resposta direta às narrativas que acusam a esquerda de conivência com o ódio antijudaico, especialmente após posicionamentos do atual Planalto em fóruns internacionais.







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